Não dou de mim pro que não sinto
Não sinto em mim a ilusão
Sou parte daquilo que vivo
E vivo sempre de pés no chão
Quero do céu a minha estrela
Quero da terra o meu sustento
Quero do mar andar na beira
Quero do homem um bom alento
Sou firme e decidida
Amo a autenticidade
Sou exigente para viver
Odeio a mediocridade
Tenho a mente trabalhadeira
Transformo letras em embrião
Tenho a alma de cantadeira
Querendo fazer canção.
2 comentários:
Amei!!!!! Senti você neste poema e me identifiquei com a letra. Quanta sensibilidade e quanta excelência para moldar as palavras, dando a elas sentido e emoção!
Rita, muito lindo. Palavras de uma mulher-flor querendo desabrochar. Parabéns.
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